Cadenza
I have had the pleasure of working with the Orquestra das Beiras since 2019, conducting performances of several films ‘live to projection’, mostly at the huge arena in Lisbon, where the orchestra’s playing was enjoyed by many thousands of audience members. It is always a delight to work with the orchestra, who have always been so welcoming to me - and of course, its wonderful musicians, who have brought these scores to life. I wish the orchestra great success in all its activities, and look forward to any future collaboration with great enthusiasm.

Timothy Henty
Maestro
Portugal conseguiu gerar um desenvolvimento musical notável no final do século XX. Esse crescimento manifestou-se, entre outras coisas, pela criação de novas orquestras, incluindo a OFB. Mas como permitir que uma orquestra como essa sobreviva às «intempéries» da nossa época? A resposta é muito simples: ao longo da minha atividade como maestro, tive a oportunidade de conhecer orquestras em 15 países diferentes, desde o Egito até à Argentina, passando pelos principais países da Europa. Cada país tem a sua própria cultura e modo de vida. Para que uma orquestra possa encontrar o seu lugar, precisa acima de tudo de uma motivação fundamental, que é a de expressar tudo o que a música pode transmitir ao seu público para o fazer sonhar, comover, alimentar a sua alma e o seu coração. Ao longo de todos estes anos em que dirigi a OFB como maestro convidado, conheci músicos totalmente empenhados na sua «missão» de intérpretes. Poder fazer música com eles com esse espírito foi uma verdadeira felicidade, pela qual gostaria de agradecer a todos os músicos da OFB, à sua equipa administrativa e ao seu antigo diretor musical, o Maestro Antonio Lourenço. Durante muitas temporadas, ele cuidou tão bem deste belo conjunto. Desejo de todo o coração uma longa vida à OFB sob a batuta do seu novo maestro, Jan Wierzba.

Ernst Schelle
Maestro e Fundador da Associação AIDIMOS (Academia Internacional de Interpretação Musical para Orquestra Sinfónica)
Trabalhei várias vezes com a Orquestra das Beiras no âmbito da condução de estágios com alunos da Universidade de Aveiro. Sempre me senti acolhido com carinho e grande profissionalismo pelo staff e pelos músicos, que têm realizado o seu trabalho num ambiente de trabalho positivo e enriquecedor. Acredito que os músicos da orquestra têm um grande potencial e que o seu grande trabalho e contributo para a vida cultural da região merecem o máximo apoio e reconhecimento.

Javier Castro
Maestro e Professor catedrático de Direção Orquestral no Conservatório Superior de Música de Aragão (Saragoça)
Conheço a OFB há mais de dez anos, tendo feito parte do meu percurso formativo enquanto maestro e, mais tarde, do meu percurso profissional. Já tivemos a ocasião de trabalhar juntos inúmeras vezes, em repertórios sempre diferentes e desafiantes, e tem sido um redobrado prazer cada reencontro. A OFB é uma orquestra com grande maturidade e entrosamento, ao mesmo tempo que é animada por um espírito livre e aberto à descoberta, características que são, para mim, inestimáveis.

Martim Sousa Tavares
Diretor Artístico da Orquestra do Algarve
Foi um enorme prazer trabalhar com a Orquestra das Beiras, uma orquestra em excelente forma musical, com a qual tive o privilégio de desfrutar do prazer que é fazer música ao vivo com pessoas que amam a música. Foi também a minha primeira vez em Aveiro, uma cidade lindíssima onde é um gosto passear depois de um dia de trabalho. A orquestra demonstrou uma grande capacidade de adaptação e um verdadeiro desejo de fazer música — não só comigo, mas também com os solistas que participaram nesses concertos. Sem dúvida, aguardo com entusiasmo a oportunidade de voltar a dirigir um dos estandartes musicais de Portugal.

Pablo Urbina
Maestro Titular da Orquestra do Algarve
A minha relação com a Orquestra das Beiras é já de alguns anos! Ao longo deste período, nas diversas colaborações enquanto maestro convidado, tem sido um prazer partilhar quer o palco de ensaio ou de concerto. Num clima sempre positivo, a sinergia entre todos contribuiu para excelentes concertos! Parabéns e votos dos maiores sucessos!

José Eduardo Gomes
Maestro
Foi um enorme privilégio colaborar com a Orquestra das Beiras e com o Maestro convidado Luís Carvalho, onde fui calorosamente acolhida, tanto pelos músicos como pela equipa de produção, sempre incansável em criar as melhores condições de trabalho. A experiência de realizar a edição de CD dedicado à compositora portuguesa Maria de Lourdes Martins com esta Orquestra revelou-se particularmente gratificante, confirmando a sua capacidade de se adaptar com excelência a qualquer tipo de repertório, mesmo o menos convencional e vanguardista.

Inês Filipe
Pianista
A minha colaboração com a Filarmonia das Beiras remonta ao ano de 2000 e desde essa época sucederam-se vários convites para dirigir diversos programas que marcaram o meu percurso na área da direcção de orquestra. Guardo as melhores memórias da forma sempre acolhedora com que fui recebido e da disponibiliade dos músicos para ir ao encontro das minhas propostas artísticas. Nessa época integravam a orquestra alguns músicos que são hoje referências nacionais e mundiais nos seus instrumentos. Foram tempos de grande aprendizagem e partilha musical com todos eles. Agradeço a toda a Filarmonia das Beiras os incríveis momentos partilhados em palco e desejo os maiores sucessos para o futuro.

Alberto Roque
Maestro e Saxofonista
Enquanto músico continuo a ter o privilégio de crescer, trabalhar e aprender junto dos músicos e de toda a equipa da Orquestra das Beiras; sinto-me grato por esta oportunidade que perdura ao longo destes anos e muito honrado por este contacto com grandes profissionais, detentores de enormes qualidades humanas, que nos fazem olhar para o mundo da música com resiliência e paixão.

Pedro Neves
Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Metropolitana de Lisboa
Ao longo destes anos na Orquestra Filarmonia das Beiras, tenho sido sempre acolhido de forma profundamente humana e generosa. Sou grato pela oportunidade de ter participado em diversos projetos que marcaram de forma muito positiva o meu percurso artístico e profissional. Tive o privilégio de trabalhar com vários maestros convidados e residentes, experiências que muito enriqueceram a minha formação, e faço questão de destacar o elevado profissionalismo de todos os músicos e profissionais que integram esta instituição. Agradeço sinceramente a todos pelo carinho, pela confiança e pela forma exemplar como me recebem em cada projeto que realizamos juntos. Afinal, é a música — esse sentimento comum que nos une neste vasto mundo do saber fazer arte e de a levar ao mais alto nível. Muito obrigado.

Pedro Rodrigues
Tenor
Foi um prazer e um privilégio partilhar o palco com a Filarmonia das Beiras. Desde o primeiro momento senti-me verdadeiramente acolhida e apoiada. Toda a equipa que trabalha pela orquestra e pela sua arte revela um elevado nível de profissionalismo, e os músicos são de grande qualidade, conseguindo dar vida à partitura. Quando cantei, senti-me parte de um todo — e é para isso que fazemos música.

Carolina Pinho
Soprano
A Orquestra das Beiras representa para mim um espaço de excelência artística e de verdadeiro espírito colaborativo. Em cada projeto tive o privilégio de partilhar o palco com músicos de enorme qualidade e profissionalismo, vivendo experiências artísticas intensas que guardo com profundo apreço. A forma calorosa como fui sempre acolhido reflete não apenas a exigência e o rigor que caracterizam a Orquestra, mas também a sua dimensão humana, que a torna uma referência ímpar no panorama musical português. É com sincera gratidão que recordo cada momento vivido, reconhecendo que a grandeza desta instituição nasce do empenho e da dedicação de todos os que, direta ou indiretamente, contribuem para a sua vitalidade e sucesso.

Bruno Martins
Maestro
A minha relação artística com a OFB está a cumprir as bodas de prata. Desta comunhão já longa que remonta a 10.6.2001 na Sé de Leiria, rememoro a estreia poveira de “Aver-o-Mar”, a estreia aveirense de “Aver-a-Ria” e os “Vocalizos para Leonor e arcos” no concerto de inauguração do novo Teatro Municipal de Bragança em 30.1.2004. E recordo o “Magnificat em talha dourada” no Mosteiro de Alcobaça mais as várias récitas da minha ópera “A Floresta” em Aveiro, Viseu e Leiria. Mais recentemente, como não lembrar a estreia marcante no CCB de “Linhagem”, para grandes forças coral-sinfónicas, a celebrar o 5° centenário da epopeia de Fernão de Magalhães? O CCB estava cheio como um ovo naquele dia 21.6.2019, em silêncio absoluto, suspenso dos instantes. No fim, seríamos todos ruidosamente vitoriados naquela que foi, até hoje, a maior celebração conjunta por mim vivida. Duas palavras resumem a minha relação com a OFB: horas felizes.

Eurico Carrapatoso
Compositor
